quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Vem ai

Fala galera vem ai a primeira expo bettas BH fiquem ligados

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Cores dos Bettas

Cores no betta splendens - O Betta Splendens é uns dos peixes que possuem a maior variação de cor, numa mesma espécie. Existem hoje, mais de vinte cores diferentes disponíveis para o amante do Betta.


Vermelho - A cor vermelha é uma das mais atrativas e cobiçadas pelos aquaristas. É uma variedade difícil de purificar devido a presença de algum ponto azul ou verde, que "sujam" e tornam impuros esses vermelhos. Os exemplares mais puros possuem até nadadeiras peitorais vermelhas

Preto ou Melano - O preto é umas das variedades mais raras. É uma variedade difícil de se fixar, em razão de as fêmeas pretas serem pouco férteis e até estéreis. Porém não é uma das cores mais atrativas do aquarista perdendo muito longe na preferência pelo vermelho e o azul.

Amarelo - O amarelo é a ausência total da pigmentação vermelha no corpo do betta. É um betta delicado e bonito, e é um betta que não pode faltar em nenhum plantel de criadores.

Azul Metálico- O betta azul, é um dos bettas mais populares no mundo inteiro, sua cor metálica chama atenção de crianças e amantes do aquarismo. A cor azul de betta apareceu no mercado nacional em grandes quantidades somente no começo da década de 80. Apartir dessa data ele junto com o vermelho tornaram-se campeões de venda no Brasil inteiro.

Verde - O betta verde, junto com o vermelho é também de difícil purificação pois a alta irridescencia azul "sujam" a cor verde. É um betta que necessita de boas condições para demonstrar a coloração verde metálica forte, caso contrário em virtude do "stress", sua coloração se torna clara e pálida.

Branco ou Opaque - O super branco ao contrário do que muitos pensam não é o albino, pois não possue o olhos vermelho. Os machos brancos costumam não ser bons reprodutores, por isso normalmente se usam fêmeas brancas para fixar a linhagem.

Camboja - Os cambojas são bettas que tem ausente a pigmentação preta na coloração. Seu corpo costuma ser rosado claro sempre junto a outra cor que pode ser o vermelho, azul ou verde. Por estes cruzamentos entre cambojas, têm-se tirado bettas de coloração lilás, azul claro e roxo.

Azul Aço - Este betta azul aço apareceu nas primeiras importações no final da década de 80. Com tonalidade de um azul metálico acizentado normalmente com a cabeça escura quase preta, é um exemplar fino e de beleza singular.

Albino - O betta albino, como acontece com outras espécies de peixes ornamentais possue característica recessiva, são fracos, enxergam muito mal, e por esse motivo são os que se desenvolvem por ultimo numa ninhada tornando-se sempre maus reprodutores. Os machos desta espécie costumam ser pequenos e normalmente defeituosos. De coloração branco amarelada ,possue o olho vermelho devido a ausência total de melanina. Normalmente são usadas fêmeas albinas cruzadas com machos heterozigotos para o albinismo, no intuito de fixar as linhagens.

Mármore - O betta mármore é muito disputado entre os criadores, possue o corpo marmorizado normalmente com três cores diferentes, sendo a preta sempre principal. Um exemplar de corpo escuro azul ou preto, cabeça rosada e manchas vermelhas nas nadadeiras torna-o desejado por qualquer colecionador de betta.

Butterfly (borboleta) - Este betta possui sempre dupla coloração relacionado com as nadadeiras. Normalmente possui o corpo azul ou vermelho preenchendo com esta mesma coloração até a metade das nadadeiras, apartir daí pode ser transparente ou simplesmente branco. A situação inversa onde a coloração escura seja nas bordas tem sido constantemente tentado por criadores famosos no mundo todo, mas sempre sem sucesso significativo.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Jovem marmore

Respiraçao dos bettas

Respiração por labirinto - A respiração do betta splendens é uma das mais interessantes no meio dos peixes ornamentais. Ele possui a respiração branquial normal a qualquer peixe e também uma respiração auxiliar através de um órgão chamado labirinto. Este labirinto é preenchido com o ar atmosférico que é comprimido junto a uma membrana irrigada por capilares de sangue venoso sendo responsável pela trocas gasosas (O2 - CO2). Este labirinto situa-se na cabeça, na porção superior, atrás dos opérculos. O sangue venoso passa por estes capilares e devido a diferença de pressão de O2 e CO2, as trocas gasosas ocorrem junto a esta membrana. Podemos dizer que este sistema respiratório não é só auxiliar, mas de vital importância à sua sobrevivência. O betta necessita de tempos em tempos subir a superfície e "abocanhar um gole de ar" para respirar. Este fato é claramente visto nas embalagens dos bettas machos numa importação, onde inúmeros machos, que são embalados um a um, morrem por falta de ar nos saquinhos que murcham devido ao transporte pesado. Um betta pode morrer "afogado" se uma redinha cair dentro do aquário e prendê-lo no fundo, impedindo-o de subir a superfície e respirar.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Apresentação básica da espécie



Betta splendens

Betta splendens é um peixe originário do Sudeste Asiático (Indochina) da família Osphronemidae. O Betta também é conhecido como peixe de briga siamês (Brasil) ou Combatente (Portugal) devido à sua agressividade contra peixes da mesma espécie. Esta agressividade verifica-se predominantemente entre machos da espécie, de modo que, um macho colocado junto a peixes de espécies dóceis convive sem problema. Por outro lado, se colocadas em aquários pequenos, mesmo as fêmeas se tornam agressivas, com uma delas, geralmente a maior, assumindo o papel dominante e agredindo as demais.

Na sua forma selvagem os Bettas apresentam uma coloração discreta (cor acastanhada) que se confunde com o meio ambiente e com alguns tons de vermelho e azul nas barbatanas, são menores e menos agressivos que as formas domésticas. Na natureza podem ser encontrados nas bermas dos campos de arrozais, regatos, e pequenos lagos. O sistema social desta espécie é um sistema territorial em que durante a época de reprodução (época das chuvas) os machos defendem um território formado em redor de um "ninho-bolha", que eles próprios constroem e mantém. As fêmeas visitam os machos que as cortejam até estas libertarem os ovos. Em seguida e após a fertilização, os machos colocam os ovos no ninho e expulsam as fêmeas do território.

A reprodução em cativeiro é relativamente simples, bastando para isso um aquário (que pode ser pequeno) e um pequeno recipiente transparente. No aquário, coloca-se um macho, enquanto coloca-se a fêmea no pequeno recipiente. Em seguida, o recipiente (com a boca para cima) é colocado dentro do aquário, que terá um nível de água insuficiente para cobrir o recipiente. Uma vez visualizando a fêmea, o macho irá iniciar a construção do ninho, formado por diversas bolhas na superfície. Essa tarefa pode ser facilitada por algo que fique na superfície da água, como um isopor ou pedaço de plástico, o que evita que o ninho se prenda ao recipiente da fêmea. Uma vez construído o ninho, é o momento de soltar a fêmea, que será cortejada e envolvida pelo macho. Sob pressão, ela expelirá os ovos, que serão fertilizados e colocados no ninho pelo macho, com a boca. Uma vez concluído esta etapa, a fêmea deve ser retirada para não ser morta pelo macho. Este será responsável por cuidar dos ninhos e dos alevinos após o nascimento, devolvendo ao ninho os que caem.

Este peixe tem a particularidade de respirar o ar atmosférico, graças a órgãos chamados de labirintos, que fazem com que o ar passe bem próximo da corrente sanguínea dele, proporcionando a troca de oxigênio com o sangue por meio de difusão. Mas apesar dos Bettas serem labirintídeos, esse órgão faz com que ele consiga sobreviver em águas mais pobres em oxigênio, mas isso não é sinónimo de água poluída.

Os Bettas são muito populares entre os entusiastas de aquariofilia. As formas domésticas que atualmente se podem comprar nas lojas são o resultado de dois tipos de selecção artificial. Por um lado procurou-se produzir peixes com caracteristicas mais ornamentais, com barbatanas alongadas e corpo colorido (ver fotografia), por outro procurou-se criar peixes mais agressivos, para serem utilizados em torneios de luta (mais comum no Sudeste Asiático). Estes últimos normalmente apresentam barbatanas curtas e são de maior tamanho.


 Anatomia

Tanto a anatomia do betta, como a suas cores, são altamente variadas e diversas.A maioria das pessoas usam nomes Ingleses para dar nome a anatomia dos bettas, como "Double-Tail"(Bettas que tem Cauda Dupla). Os bettas possuem 4 nadadeiras, a nadadeira Dorsal(que fica em cima do dorso do animal), a nadadeira Anal(localizada na parte de baixo do dorso do animal, a "barriga", a nadadeira Ventral ou Pélvica(localizada muito proxima a cabeça do animal) e finalmente a nadadeira caudal, é por causa dela que geralmente os "tipos" de bettas são formados, tais como :

-Double tail DT (cauda dupla): Esta cauda podemos dizer que esta na origem de todos os diferentes tipos de caudas que hoje conhecemos. tem a característica de possuir uma cauda dividida em duas partes, regra geral a sua divisão é homogénea e existindo tanto curtas como longas, há alguns casos com caudas de lados diferentes tanto no tamanho no comprimento como na largura, sendo estes também considerados de dupla cauda.

Veiltail, V (cauda de véu): Esta cauda é caracterizada por serem em geral bastante longas e finas, e quando quer fazer uma demonstração de força aos seus adversários ou de vigor para as fêmeas, esta tem uma abertura maior na parte mais perto da base do tronco do que na extremidade deixando-a muito parecida a forma de um véu que esta a ser empurrado por uma ligeira brisa.

Deltas D (cauda delta): Esta cauda é caracterizada por ter um tamanho bastante razoável e pela abertura em forma de leque, o que o deferência do cauda de véu, e quando o macho faz alguma demonstração de força, esta tem um ângulo de abertura entre os 30º aos 100º de ângulo.

Super delta Tail SD (cauda super delta): Cauda com as mesmas características da cauda delta, mas com a particularidade de ter uma abertura superior a esta, podendo ir de um ângulo mínimo de 100º ate os quase 180º. Muitas das vezes que vemos um destes exemplares bem desenvolvidos é bastante difícil de os diferenciar dos Halfmoon.

Halfmoon HM (cauda meia lua): Os Halfmoon ou cauda meia lua são chamados de esta maneira devido a abertura da cauda a quando quer fazer-se notar ser igual a 180º, sendo considerados por muitos dos amantes deste peixe como o máximo em beleza e harmonia, tanto pelas longas caudas e barbatanas que possui como pela sua amplitude de abertura no momento em que quer demonstrar a sua força, o seu tamanho, a beleza e estado de perfeita saúde em que se encontra. Também em esta variedade de cauda encontramos uma diversidade de cores, que na maioria dos casos resulta da combinação de machos de cores sólidas com fêmeas de cores variadas, encontrando de esta maneira muitas cores mármore, butterflies e cores exóticas. Também existe alguns exemplares com abertura da cauda superior a 180º, estes chamados de overhalfmoon. Os peixes HM considerados em concursos como exemplares perfeitos e merecedores de prémios são aqueles que no contesto total as barbatanas dorsal e ventral têm o tamanho igual a cauda, formando no conjunto uma lua quase cheia. Também é de salientar que quando cruzados dois exemplares de esta estirpe, todos eles vão possuir o gene HM, mas só uma parte dos rebentos que atingem a maturidade é que ficam com a cauda que lhes da o nome.

Crowntail CT (cauda de coroa): O betta com a cauda de coroa é facilmente reconhecida e diferenciada das outras, já que é caracterizada por ter em todas a barbatanas (ventrais, dorsal e peitoral) e cauda prolongamentos dos filamentos espinhosos, estas podem ser de vários tipos, como os raios duplos, triplos, múltiplos, desordenados, cruzados o Kingcrowntail, curtos e longos.

Plakat PK (cauda curta): Cauda com as características o mais próximo dos seus ancestrais, por ser bastante curta e arredondada, também a barbatana ventral tem um acabamento característico acabando na maioria em bico. Ao longo dos tempos com poucas modificações, mas existindo já muitos de eles de cauda com bastante abertura, quase com ângulo de um HM (180º), e possuidores do gene halfmoon.



Mas além dos tipos de cauda, há também uma grande variabilidade nas cores, tal como:

As cores sólidas: São indivíduos de cores bem acentuadas e definidas, que não demonstram nenhuma outra coloração no mesmo espécimen. Ex.: Preto, laranja, verde, azul royal, púrpura, azul metálico, vermelha, branco, amarelo e outros.

Os bicolores: São indivíduos que no seu padrão base contêm duas cores bases, mas sem nenhum outro tipo de mancha, seja no tronco ou qualquer uma das barbatanas. Ex.: Azul/Amarelo, Azul/ Branco, Castanho/Amarelo, Vermelho/ Amarelo. Preto/ Amarelo e muitas outras.

As cores butterfly: São indivíduos que no seu padrão base contêm duas ou mais cores, e porque estes já não são chamados de bicolores, pela existência de duas ou mais cores nas diferentes partes do betta, desde que estejam bem ordenadas. Ex.: Deixem a vossa imaginação correr com todas as cores que possam imaginar.

As cores mármores e Cambodja: São indivíduos que no seu padrão de cores podaram ser muito variados isto é, nas cores Cambodja na totalidade dos casos o tronco do betta tem sempre uma cor mais clara em relação as cores das barbatanas, podendo esta ser da mesma cor mas mais forte ou de uma outra. Os mármores penso que não haverá qualquer dúvida em perceber que trata-se de indivíduos com o corpo e as barbatanas de cores distribuídas pelas diferentes partes do corpo, sejam elas só duas ou mais cores. Ex.: Nos da cor Cambodja podem ter das mais variadas cores e mais de duas desde que a cor do corpo do peixe seja sempre mais clara que o resto, Os Mármores têm uma infinidade de mutações que podem aparecer, mais uma vez vamos colocar a imaginação a trabalhar.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

esse e lindo linhagem do fernando comprado com rodolfo

quarta-feira, 19 de maio de 2010